Vânia Doutel Vaz
violetas
- 21.11 — 23.11 2025
- M/6
- 1H
Uma dança entre o gesto, o olhar e a escuta.
Em violetas cinco artistas afro-portuguesas desafiam o palco e o seu centro. Cada uma apresenta um solo improvisado, movem-se entre visibilidade e invisibilidade, do centro para a periferia, alterando constantemente a relação entre intérprete e público. Sem música, a peça convida o público a uma experiência mais profunda e íntima do espaço, do corpo e do tempo, enquanto um cenário minimalista e um desenho de luz que se desenvolve de forma imperceptível, evoca a possibilidade de questionamento de percepções, questões de hierarquia, identidade e visibilidade.
violetas cria um espaço onde nada é fixo, mas fluido e partilhado, onde toda a gente, intérpretes e espectadoras, se tornam parte da performance. Esta é a primeira peça de grupo de Vânia Doutel Vaz, que em 2022 estreou o solo O Elefante no Meio da Sala, apresentado no Teatro do Bairro Alto no âmbito do Alkantara Festival.
Ficha Artística
Com Lua Aurora, Lucília Raimundo, Sara Fonseca da Graça, Vânia Doutel Vaz e Wura Moraes Direção Criativa, Cenário e Figurinos Vânia Doutel VazDesenho de iluminação matéria leve: Bee Barros e Ska Batista (criação), Leticia Skrycky (acompanhamento e mentoria), Priscila Altivo (escrita sobre o projeto lumínico) Apoio em residência Filipa Peraltinha Assistência dramatúrgica Yasmina Reggad Colaboração em residência André Cabral, Natacha Campos, Piny (estreou no Festival DDD) Produção Joana Costa Santos Administração agência 25 Coprodução DDD - Festival Dias da Dança, Teatro do Bairro Alto, Alkantara Residência de coprodução Alkantara, Casa da Dança, Estúdios Victor Córdon, O Espaço do Tempo Apoio República Portuguesa - Cultura / DGARTES - Direção-Geral das Artes Agradecimentos Cristina Planas Leitão, Josefa Pereira, Nina Botkay e Zia Soares Fotografia João Octávio
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Vânia Doutel Vaz, Angolana nascida em Setúbal, é intérprete e criadora na área da dança. Num território híbrido entre a performance, a coreografia e a colaboração interdisciplinar, usa a ideia do corpo como arquivo e veículo de ficção para se centrar nas questões relacionais. Interessa-se por criar uma lógica de rotação dos lugares de observação, permitindo que diferentes subjetividades se manifestem através do diálogo entre corpos, olhares e presenças. Deste modo, procura, na relação entre performer e público, potenciar o surgimento de uma...








