
Aoaní
Aoaní (1984), é atriz, dramaturga, argumentista, realizadora, produtora e jornalista. Natural de São Tomé e Príncipe, vive em Lisboa. Licenciada em Comunicação Social- Jornalismo, pela FANOR, Fortaleza - CE / Brasil , é Mestre em Teatro – Artes Performativas, pela Escola Superior de Teatro e Cinema - IPL, em Lisboa e Doutoranda em Estudos Fílmicos pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Viveu em Angola, onde trabalhou quase uma década na área da comunicação social e publicou pela editora Chá de Caxinde, em 2012 o livro Miopia Crónica. Desde 2017 tem trabalhado como atriz em teatro, cinema e audiovisual, com nomes como Zia Soares, Xie Xiaodong e Jeremy Meier. Os seus trabalhos já foram exibidos em Portugal, Alemanha, Brasil, Itália, Austrália, São Tomé e Príncipe, Estados Unidos, Guiné Bissau, Estados Unidos, Argentina, Roménia e China.
Em 2023 co-dirigiu com Joyce Souza, a vídeo-performance "Kabeça", curta premiada em alguns festivais. No mesmo ano e ainda em parceria com Joyce Souza, foi uma das vencedoras da 4.ª edição das Bolsas de Criação O Espaço do Tempo, BPI e Fundação "la Caixa”, com o Kabeça - Ori, um projecto financiado pela República Portuguesa - Cultura I DGARTES – Direção-Geral das Artes.
Em 2026 produziu e realizou o curta documentário "Abismo", selecionado para o Kafuka African Film Festival, e o proof of concept de uma série ainda em desenvolvimento. Foi selecionada pela EFM Market Badge Inclusion Initiative para atender ao Festival de Cinema de Berlim - Berlinale 2026, participação que contou com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian. Também em 2026 está a atrapalhar com Keli Freitas, enquanto assistente de encenação, no espetáculo “O último telefone público de Lisboa”, que estreia em Setembro no TNDMII. Colabora para o Avenida Marginal, da RDP África e escreve para o Buala. É presidente da Associação Orí e faz parte da direção da MUTIM.