Kátia Manjate
Open Studios of Sexo (con)sentido
- 31.07 2019
- Open Studio
- Artists in Residency
- Open Studio
- Espaço Alkantara
- this is a free event
I was born just a few years after the war of independence and at the beginning of a civil war that would last 16 years, so I can say that my first relationship to life in general was a relationship of violence. The violence of 500 years of colonialism, 16 years of civil war, of a Marxist-Leninist regime.
Nowadays, violence is visibly conscious and exposed. We feel it, we are surrounded by it; it is somehow familiar. A strange combination of violence and tenderness, joy and sadness, egoism and fraternity – the things that make up a good many families – in the case of Mozambique has been taken too far, has became mixed up with years of war, became “mozambicanized”. Premature marriages, domestic violence, the violence of war, the violence of exile, sexual violence, the violence of words, gestures, looks…
And as women, just for being women, we are dispossessed psychologically, sexually, and in so many other ways, and still we feel the urge to fight to change our condition. We exist as women, each one of us abandoned by the moment.
Sexo (con)sentido, by Mozambican choreographer Kátia Manjate, is a kind of formal complaint, a story, a traumatic experience that raises questions about human rights, women’s liberation and sexuality. It manifests a woman’s desire to own her own body and administer the forms of pleasure that are important and satisfying to her, regardless of moral, religious, or other forms of control. The poetics of the piece arise from the conscious and unconscious movements of a body based on an emotional state and physical and emotional violence. It draws attention to this body, heavy with messages, in order to provoke a reflection on the taboos and systems of oppression that society has imposed on women.
On July 31, we open the doors of the studio for a public showing.
Notas Biográficas
Katia Manjate (1984), em 1994 Iniciou a sua formação em danças tradicionais na casa de cultura do Alto Maé, e mais tarde 1999 como membro da associação grupo de canto e dança Milorho, onde foi desenvolvendo o seu trabalho como bailarina. Em 2003 continua a sua formação específica em dança contemporânea no Programa de treino profissional em dança contemporânea, organizado pela Culturarte e danças na cidade, onde recebeu uma formação profissional com vários coreógrafos nacionais e internacionais.
Actualmente desenvolve o seu trabalho como interprete e criadora. Dos seus trabalhos mais recentes destacam-se sexo (con) sentido que teve a primeira apresentação em Senegal (Dakar) e Maputo (Moçambique), e Casa criado no âmbito do Programa Pamoja, em colaboração com artista bailarina de Madagáscar ,Judith Olivia e o artista plástico Moçambicano, Válter Zand. Em 2016/7, participou no projeto transcontinental Shift Realities dos centros culturais alemães Hellerau e Tanzhaus em parceria com a Ecole de Sables. Onde co-criou a peça Fragiland em parceria com os os coreógrafos Jason Jacobs, Souleymane Ladji Koné , Anna Till. A sua mais recente criação Life in numbers em colaboração com a coreógrafa Alemã, Anna Till, tem estreia agendada para Outubro de 2019 na Alemanha e Moçambique. É mãe de dois desde 2006, vive em Maputo e trabalha nas áreas de coreografia, artes na educação, assim como sobre as relações entre o teatro e a dança.
Katia Manjate (1984), em 1994 Iniciou a sua formação em danças tradicionais na casa de cultura do Alto Maé, e mais tarde 1999 como membro da associação grupo de canto e dança Milorho, onde foi desenvolvendo o seu trabalho como bailarina. Em 2003 continua a sua formação específica em dança contemporânea no Programa de treino profissional em dança contemporânea, organizado pela Culturarte e danças na cidade, onde recebeu uma formação profissional com vários coreógrafos nacionais e internacionais. Actualmente desenvolve o seu trabalho como interprete e...