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Ana Pi

The Divine Cypher

ALKANARA - Foto com fundo preto, mostra no centro uma pessoa desfocada a agarrar com as mão perto do peito a bainha de um casaco castanho vestido sobre uma camisa colorida com vários padrões. Na cabeça usa enrolado um capuz dourado. - ©Daniel Nicoalevsky Maria
@ Daniel Nicoalevsky Maria
  • 12.11 — 13.11 2022
  • Espetáculos / Performances
  • TBA - Teatro do Bairro Alto
  • SESSÃO COM ÁUDIODESCRIÇÃO - 13.11 19H
  • M/12
  • 80 min (o espetáculo inclui uma conversa com o público)

Uma viagem pelos gestos sagrados do Haiti, que percorre corpos, futuridade, sonhos, imagens e sons registados há quase cem anos.

The Divine Cypher é simultaneamente investigação política e poética sensível - uma pesquisa sobre gestos, movimentos e danças sagradas do Haiti, que atravessam tempos.


Neste novo trabalho, a coreógrafa, artista da imagem e investigadora Ana Pi convida-nos para uma conversa sonhada e dançada com a cineasta experimental ucraniana Maya Deren. Nos anos 40, Maya Deren estudou e registou a cultura haitiana através de danças, filosofia religiosa Voudoun e o seu património. Quase um século depois, Ana Pi estabelece ecos com as imagens e arquivos deixados tanto pela cineasta, quanto pela sua predecessora Katherine Dunham.


Conduzido por uma curiosidade feroz, The Divine Cypher convida-nos a contemplar, a refletir, a permutar, tecendo os movimentos imaginários do passado nos sonhos de futuro.


Este é o regresso de Ana Pi ao Alkantara Festival, depois de em 2021 ter apresentado a performance Fumaça — entre o Pelourinho da Praça do Município e o Espaço Alkantara — desenvolvida a convite e em diálogo com a rede Terra Batida.

Conversas Após o Espetáculo

Ambas as sessões são seguidas de uma conversa com a artista e o público.

Ficha Artística

Concepção coreográfica e cenográfica, vídeos, pesquisa e interpretação Ana Pi Criação de luz Bia Kaysel Reinterpretação de luz Jean-Marc Ségalen Direção de cena, em alternância Bia Kaysel e Jean-Marc Ségalen Música e sonoridades Jideh HIGH ELEMENTS, Emy de Pradines e Auguste de Pradines - Ezili Nenenn Ô, Julien Creuzet e Maya Deren Memórias reais, diálogos sonhados e/ou colaborações múltiplas Katherine Dunham, Maya Deren, Emy de Pradines, Lumane Casimir, Martha Jean-Claude, Toto Bissainthe, Marie-Ange Aurilin, Ginite Popote, Tara El, Wendy Désert, Gerda Boisguené, Murielle Jassinthe, TRVANIA, Jenny Mezile Perspectiva semiótica Prof. Dra. Cida Moura Perspectiva filosófica Prof. Dra. Maria Fernanda Novo Perspectiva plástica Julien Creuzet Desenho de filtros Emilien Colombier Figurinos Carla de Lá, Miliane e Isabella Rodsil | @remexefavelinha Contribuições para a realização cenográfica Estúdio Julien Creuzet com Garance Cabrit e Louis Somveille Audiodescrição FrancoAcesso: Eliana Franco (coordenação e revisão); Ana Fradique e Henrique Neves (guião); Paulo Reis Simões (consultoria); Ana Fradique (narração) Produção / difusão Maria-Carmela Mini Comunicação / imprensa Louise Marion Produção NA MATA LAB Produção executiva Latitudes Prod. - Lille Co-produções Patricia Phelps de Cisneros Research Institute for the Study of Art from Latin America & Museum of Modern Art, Nova Iorque, EUA; Terra Batida, Alkantara, Portugal; Be My Guest - Réseau international pour les pratiques émergentes; La Briqueterie CDCN du Val-de-Marne; CNDC, Angers; Kunstencentrum Vooruit, Gand - no âmbito do programa de cooperação Hauts-de-France / Flandres Co-produção cinematográfica Soirées Nomades da Fondation Cartier pour l'art contemporain Apoio pelo Spedidam, a Região Île-de-France e o DRAC Île-de-France


Obrigada à persistência dos antepassados e aos jovens que se juntarão a esta cifra intemporal. À Maya Deren e à intensidade de todos os vestígios que nos oferece, à sabedoria e potência da Madame Katherine Dunham, sua antecessora, à Lia Rodrigues, que há muito tempo tem vindo a abrir caminho. Esta dança é dedicada à beleza revolucionária do povo haitiano, do passado, do futuro e do presente

Ana Pi

Artista coreográfica e imagética, investigadora de danças afro-diaspóricas e urbanas, bailarina extemporânea e pedagoga, as suas práticas tecem-se através do ato da viagem. A sua obra situa-se entre as noções de trânsito, deslocamento, pertença, sobreposição, memória, cores e gestos comuns. Em 2020 criou a estrutura NA MATA LAB. Entre as suas obras audiovisuais destacam-se NoirBLUE – the displacements of a dance (2018 - 27'), o seu primeiro documentário, e VÓS (2011 - 5'30), o seu primeiro vídeo-ensaio. The Divine Cypher, Fumaça, Meditation on...

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