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ALKANARA - Francisco Camacho - ©Cláudio Marques
@ Cláudio Marques

Francisco Camacho

VELHⒶS

  • 27.11 — 28.11 2021
  • Dança sem Idade
  • Espetáculos
  • Conversas
  • Teatro São Luiz - Sala Luis Miguel Cintra
  • Sessão com Audiodescrição e LGP - 28.11 16H
  • M/12
  • 110 min
  • Em português, com legendas em inglês

Até que idade se pode dançar? Um grupo de seis bailarinas e bailarinos, com idades a rondar os 50 anos, desafiam as ideias de juventude, pujança e superação física que dominam a prática da dança


Juntos em palco estão Ana Caetano, Bernardo Gama, Carlota Lagido, Filippo Bandiera, Francisco Camacho e Sílvia Real. Ao som da música ao vivo de Sérgio Pelágio, dançam e levam-nos pelos seus passados, através de objetos que os acompanharam ou dos movimentos que tantas vezes fizeram. Dançam para compreender como se relacionam hoje com a fisicalidade e porque desejam o movimento do corpo. Dançam para intervir no futuro.


Este espetáculo é apresentado no contexto do programa Dança sem Idade, um programa de conversas, atividades práticas e espetáculos que se opõe a ideias pré-estabelecidas sobre a idade até à qual se pode dançar.

Dia 28 de novembro, o espetáculo será seguido de uma conversa com Francisco Camacho, intérpretes da peça, e a investigadora Susanne Martin, integrada no programa Dança sem Idade e moderada pela jornalista e ativista cultural Carla Fernandes. A conversa decorrerá em inglês, com tradução simultânea em português e interpretação em Língua Gestual Portuguesa.

Ficha Artística


Direção artística e coreografia Francisco Camacho Interpretação e cocriação Ana Caetano, Bernardo Gama, Carlota Lagido, Filippo Bandiera, Francisco Camacho, Sílvia Real Música original e interpretação ao vivo Sérgio Pelágio Cenografia e luz Frank Laubenheimer Assistência à direção Carlota Borges Lloret Consultoria Diego Lasio Técnico de som Sérgio Milhano Legendagem de vídeo Olho de Boi Produção-executiva Teresa Brito, Tiago Sgarbi Coprodução EIRA, Theatro Circo de Braga Apoio Dance On (Berlim), Estúdios Victor Córdon (Lisboa), Teatro Gustavo Modena (Génova) Agradecimentos Stefania Opisso, Giovanna Gosio, Tiago Cadete, Teatro da Voz


A Eira é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal | Ministério da Cultura | Direção-Geral da Artes | Câmara Municipal de Lisboa

Nota biográfica


Francisco Camacho é coreógrafo, bailarino, membro fundador e diretor artístico da EIRA. Estudou dança e teatro na Companhia Nacional de Bailado e Ballet Gulbenkian, e em Nova Iorque - Merce Cunningham Dance Studio, Movement Research, Susan Klein School e Lee Strasberg Theatre Institute. É um dos protagonistas do forte movimento da dança contemporânea que teve início no final da década de 80 em Portugal, apresentando-se desde essa altura pela Europa, América, África e Ásia. Vários dos seus solos são hoje obras de referência na história da Dança Portuguesa. Foi galardoado com o Prémio Bordalo, da Casa da Imprensa na área da Dança, e com o Prémio ACARTE / Maria Madalena de Azeredo Perdigão, da Fundação Calouste Gulbenkian. Prosseguiu a atividade de intérprete com nomes como Creach/Koester, Alain Platel, Carlota Lagido, Miguel Moreira e Filipa Francisco, entre os quais destaca a sua colaboração regular com Meg Stuart. Apresentou espectáculos de dança em co-autoria com Mónica Lapa, Vera Mantero, Carlota Lagido, Vera Mota e Sílvia Real, e co-criações com Fernanda Lapa e Miguel Abreu. Realizou intervenções coreográficas para uma obra de Pedro Cabrita Reis, no Museu de Arte Contemporânea de Bona, e para a exposição de Francis Bacon, no Museu de Serralves, a par dos projectos para espaços não-convencionais ‘Performers Anónimos’ e ‘Danças Privadas’. Ensina regularmente, em Portugal e no estrangeiro.


Susanne Martin é uma coreógrafa, bailarina, pesquisadora, e professora no campo da dança contemporânea, sediada em Berlim. Martin apresenta o seu trabalho internacionalmente em performances a solo e também em trabalhos colaborativos. A sua prática artística e a sua pesquisa, centram-se na improvisação como prática coreográfica, em narrações críticas sobre o corpo que envelhece, contacto improvisação, métodos de pesquisa artística, e metodologias de ensino baseadas na improvisação, produção e disseminação de conhecimento. Alguns dos festivais que apresentaram as suas performances são: International Dance and Theatre Festival (Gotemburgo), Aerowaves (Londres), Nottdance (Nottingham), Opera Estate (Bassano del Grappa), Tanec Praha (Praga). A sua dissertação de Doutoramento, Dancing Age(ing): Rethinking Age(ing) through Improvisation Practice and Performance, foi publicada em 2017. No pós-doutoramento que atualmente faz na Ecole Polytechnique Fédérale de Lausanne (EPFL), Martin examina o potencial da improvisação em dança para repensar e fazer avançar processos de aprendizagem e pesquisa numa universidade técnica.

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