Espaços de trabalho trans-inclusivos
PISTA

- 28.05 2026
- Biblioteca de Belém
- GRATUITO MEDIANTE INSCRIÇÃO
- 10h00-13h00
- Em português
com Maria Vlachou e Alice Azevedo
Como tornar o espaço de trabalho "inclusivo"? Este é um esforço intencional e contínuo para garantir que diversas pessoas participem totalmente em todos os aspectos do trabalho, incluindo processos de tomada de decisão, sendo membros respeitados da organização e/ou comunidade. Num espaço de trabalho inclusivo as pessoas criam um sentimento cultural e ambiental de pertença, sendo garantida a sua segurança psicológica.
Quais as práticas que tornam os espaços de trabalho trans-inclusivos, não só para o público, mas também para quem faz parte da equipa e demais colaborações?
Esta sessão focar-se-á especificamente em equipas e artistas.
Equipa formadora: Maria Vlachou e Alice Azevedo
Data: 28 de maio (quinta-feira)
Horário: 10h00-13h00
Local: Biblioteca de Belém (Rua da Junqueira 295 – 297, 1300-338 Lisboa)
Vagas: 30
As inscrições abrem uma semana antes da formação.
A seleção de participantes é feita por ordem de inscrição e será confirmada por e-mail. Para qualquer informação adicional, contacta francisco.benedy@alkantara.pt. Para receberes o aviso de abertura de inscrições para as próximas formações, subscreve a newsletter do Alkantara.
Acessibilidade
A Biblioteca de Belém dispõe de condições de acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida, contando com uma rampa de acesso na entrada principal do edifício e uma instalação sanitária adaptada no rés-do-chão, localizada junto à receção. Para quem se desloca em viatura própria, existem dois lugares de estacionamento reservados para pessoas com mobilidade reduzida. Adicionalmente, o estacionamento em toda a zona envolvente é gratuito, incluindo o próprio parque da Cordoaria Nacional, que também é de utilização gratuita.
O acesso à Biblioteca pode ser feito através da seguinte rede de transportes públicos:
Autocarros: 714, 727 e 751
Elétrico: 15
Comboio: Estação de Belém
Equipa formadora
Maria Vlachou émembro fundador e Directora Executiva da associação Acesso Cultura. Autora dos livros Musing on Culture: Management, Communications and our Relationship with People (Ed. Bypass, 2010) e O que temos a ver com isto? O papel político das organizações culturais (Ed. Tigre de Papel e Buala, 2022). Foi Directora de Comunicação do São Luiz Teatro Municipal (2006-2012) e Responsável de Comunicação do Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva (2001-2006). Fellow e membro do ISPA – International Society for the Performing Arts (2018, 2020). Alumna do DeVos Institute of Arts Management at the Kennedy Center for the Performing Arts (Washington, 2011-2013); Mestre em Museologia pela University College London (1994), tendo realizado estágios no Petrie Museum of Egyptian Archaeology e no Natural History Museum.
Alice Azevedo é licenciada em Artes do Espetáculo pela FLUL e pós-graduada em Estética e Estudos Artísticos pela NOVA FCSH. Em 2025 levou à cena a transaptação “Prometo-me Moderna - a partir de Frankenstein de Mary Shelley”, depois do hit identitário “Se não és Lésbica, como é que te chamas?” no Teatro do Bairro Alto em 2024 e CCB em 2025. Em 2023, criou "Nau Nau Maria”, uma anti-epopeia que, em coprodução com o TNDMII, naufragou em diversos municípios de norte a sul do país. Em 2022, criou as leituras encenadas “Literatura de Sodoma e de Safo, se faz favor”, uma revisitação do escândalo literário de 1923, recuperando a figura de Judith Teixeira. Enquanto atriz, destaca o trabalho que tem desenvolvido com Cristina Carvalhal, Teresa Coutinho e Mário Coelho. Já viveu em Paris e já trabalhou num call-center.
PISTA é um programa de formação promovido pelo Alkantara e pelo Polo Cultural Gaivotas | Boavista/Loja Lisboa Cultura, dirigido a agentes culturais (estruturas profissionais e individuais), com vista ao desenvolvimento e atualização de competências profissionais, à partilha de boas práticas e à discussão pública de temas da atualidade cultural.


