Alkantara é uma associação cultural sem fins lucrativos sediada em Lisboa.
Acreditamos que as visões e pesquisas singulares de artistas podem contribuir para reflexões comuns e para o desenvolvimento de sociedades mais abertas, justas e atentas. Promovemos a porosidade entre a experimentação artística e os debates contemporâneos.
Os projetos que desenvolvemos têm como ponto de partida práticas nas artes performativas - dança, teatro e performance - que se cruzam com outras áreas artísticas e de conhecimento, e proporcionam diálogos e relações com diferentes discursos e contextos contemporâneos.
Orgãos Sociais (2017-2020)
Mesa da Assembleia
Sandra Jürgens (Presidente) e Rita Ferreira (Secretária)
Direção
Carla Nobre Sousa (Presidente), David Cabecinha (Vice-Presidente) e Magda Bizarro (Vice-Presidente)
Vogais consultivos da Direção
Ana Cristina Cachola, Ana Teresa Ascensão, Liliana Coutinho, Gil Mendo
Conselho Fiscal
António Guterres (Presidente), Leonor Galão (Relatora) e Jaime Lebre (Secretário)
Documentos legais
Breve histórico
A associação Alkantara dá continuidade ao trabalho do projeto Danças na Cidade, fundado pela bailarina Mónica Lapa (1965-2001) em 1993.
Danças na Cidade começou como uma plataforma de dança com a missão de tornar visível o trabalho da primeira geração de artistas de dança contemporânea em Portugal. Rapidamente a plataforma Danças na Cidade evoluiu para um festival de dança de escala internacional.
Em 2005 Danças na Cidade passa a Alkantara, abrindo a possibilidade de integrar projetos nas restantes disciplinas das artes performatives e aprofundando parcerias com as principais salas de espetáculos de Lisboa. Alkantara, do árabe al kantara, significa ‘ponte’, assumindo como objetivo a criação de pontes entre artistas, públicos, culturas e formas de arte.
Paralelamente ao desenvolvimento do festival Danças na Cidade (1993-2002), e do Alkantara Festival (2006-), na associação Alkantara (e antes como Danças na Cidade) desenvolveu-se um importante trabalho em projetos com parcerias internacionais. Através destes projetos promoveram-se encontros entre artistas para partilha artística e criação colaborativa, e coproduziram-se e apresentaram-se espetáculos em diversos países.
De 2006 a 2018, o Alkantara Festival acontece em formato bienial, ocupando três semanas nos mês de maio e junho.
A partir de 2007, a associação é responsável também pela dinamização do edifício no nº 99 da Calçada Marquês de Abrantes, cedido pela Câmara Municipal de Lisboa. O Espaço Alkantara propõe um projeto regular de residências, portas abertas e encontros internacionais.
A partir de 2020, o Alkantara Festival passa a acontecer anualmente no mês de novembro.
Projetos anteriores
Danças na Cidade Festival (1993-2002)
1993 - com coordenação de programa por Mónica Lapa e Albino Moura
1994, 1995 - com direção artística de Mónica Lapa
1996, 1997, 1999 - com direção artística de Mónica Lapa e Mark Deputter
2002 - com direção artística de Mark Deputter
Encontros Al Kantara (2004)
com direção artística de Mark Deputter
Alkantara Festival (2006-)
2006, 2008 - com direção artística de Mark Deputter
2010, 2012, 2014, 2016, 2018 - com direção artística de Thomas Walgrave
Projetos Internacionais
Dançar o que é nosso (1998-2003)
CoLABoratório (2006-2007)
Será o que fizermos (2007)
Nu Kre Bai Na Bu Onda (2007-2010)
Lugares Imaginários/Sites of Imagination (2007)
NXTSTP (2007-2017)
Départs (2009-2014)
Point(e) to Point (2009)
Global City/Local City (2012-2015)
Artista na Cidade (2012-2018)
2012 - Anne Teresa De Keersmaeker
2014 - Tim Etchells
2016 - Faustin Linyekula
2018 - Christiane Jatahy
Departures and Arrivals (2014-2018)
Urban Heat (2015-2017)
1Space (2015-2017)