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ALKANARA - Eszter Salamon com a colaboração de Vânia Doutel Vaz - ©Joana Linda
@ Joana Linda

Eszter Salamon com a colaboração de Vânia Doutel Vaz

Still Dance for Nothing (2020)

  • 13.11 — 15.11 2020
  • Estreia absoluta
  • Culturgest - Palco do Grande Auditório
  • M/6
  • 60 min
  • Em inglês

O desejo de revisitar o meu próprio passado artístico de modo a transformar, ampliar ou (re)apropriar trabalhos já existentes ou alguns dos seus aspectos decorre de uma abordagem crítica pela qual penso a coreografia como uma prática de disseminação de conhecimento. Neste contexto, inicio diversas colaborações, entre as quais esta, relacionada com Dance for Nothing (2010), um solo que utiliza a obra Lecture on Nothing (1949) de John Cage.

Dance for Nothing baseava-se na execução simultânea de duas partituras, uma coreográfica e outra textual-musical, apresentadas em forma de dança-palestra. O meu desafio passava por dançar e falar ao mesmo tempo, ao invés de tocar música para uma dança. Usar uma música composta por palavras e dançar a coreografia como uma temporalidade autónoma, tinha como fim criar interação com não-interferência.

Vânia Doutel Vaz, artista coreográfica que vive em Lisboa, aceitou o meu convite para colaborar na criação do primeiro trabalho da série Still Dance for Nothing, em que convidarei diferentes performers para criar novas partituras coreográficas a partir da composição original do solo, e por meio de práticas de entrevistas, desenvolver um texto que substituirá a palestra de John Cage.

A situação atual da COVID-19 tornou oportuna uma metodologia que já usei no passado, o desenvolvimento de uma performance à distância, via Skype. Neste caso, trabalhar presencialmente em conjunto com a Vânia acontecerá apenas na última semana para encerrar o processo criativo.

Eszter Salamon, agosto de 2020

Conceito, metodologia e direção artística Eszter Salamon Coreografia e interpretação Vânia Doutel Vaz Texto desenvolvido em colaboração por Eszter Salamon e Vânia Doutel Vaz Apoio dramaturgico Raquel Lima Revisão e Proofreading Frances Chiaverini Produção Botschaft GbR/ Alexandra Wellensiek, Studio E.S/ Elodie Perrin Coprodução Alkantara Financiamento Departamento para a Cultura e a Europa do Senado de Berlim, Direção Regional de Cultura de Paris/Ministério da Cultura e da Comunicação Agradecimento Museu-Atelier Júlio Pomar

Eszter Salamon é artista, coreógrafa e intérprete. Vive e trabalha entre Berlim e Paris. É doutoranda na Academia Nacional das Artes em Oslo e vencedora, em 2019, do Prémio Evens. Eszter Salamon utiliza a coreografia como agente ativador e organizador de vários meios, como imagem, som, texto, voz, movimento corporal e ações. O seu trabalho evolui através de diferentes formatos, estéticas, metodologias e poéticas, e recorre a um largo espetro de expressões. Desde 2001, cria solos e trabalhos de escala maior, que têm sido apresentados internacionalmente em teatros e museus.

Vânia Doutel Vaz nasceu há 35 anos e há 30 que a dança lhe atravessa a vida, levando-a de Portugal para os Países Baixos e de lá para os Estados Unidos, para desenvolver a sua prática. Vânia identifica-se como performer em tudo o que faz. Tanto na vida pessoal como profissional, questiona-se sobre a sua identidade de forma geral. Também imagina poder vir a ser carpinteira.

Eszter Salamon

Eszter Salamon é artista, coreógrafa e intérprete. Vive e trabalha entre Berlim e Paris. É doutoranda na Academia Nacional das Artes em Oslo e vencedora, em 2019, do Prémio Evens. Eszter Salamon utiliza a coreografia como agente ativador e organizador de vários meios, como imagem, som, texto, voz, movimento corporal e ações. O seu trabalho evolui através de diferentes formatos, estéticas, metodologias e poéticas, e recorre a um largo espetro de expressões. Desde 2001, cria solos e trabalhos de escala maior que se tem apresentado internacionalmente em teatros...

Vânia Doutel Vaz

Vânia Doutel Vaz nasceu há 35 anos e há 30 que a dança lhe atravessa a vida, levando-a de Portugal para os Países Baixos e de lá para os Estados Unidos, para desenvolver a sua prática. Vânia identifica-se como performer em tudo o que faz. Tanto na vida pessoal como profissional, questiona-se sobre a sua identidade de forma geral. Também imagina poder vir a ser carpinteira.

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